Medicina, Ciência e Religião

Medicina, Ciência e Religião

Capítulo XX IV

 

“Pouca ciência nos afasta de Deus. Muito dela nos aproxima... 

Os profundos conhecedores da ciência estão próximos de Deus”. 

(Pasteur).

 

        Ao proferir a famosa frase, o cientista francês Louis Pasteur adverte que um conhecimento científico superficial serve apenas para distanciar Deus. Ao passo que um conhecimento profundo aproxima Deus do Homem. Após tantos anos de conflito é necessário que as Instituições Religiosas, a Medicina, a Ciência e incluímos a Educação, se unam para, cada qual, desempenhar com responsabilidade a parte que lhe cabe perante a Humanidade e estabelecer uma união de valores e verdades.

        Sempre se soube que um fato trágico, uma forte emoção, uma perda importante, uma separação afetiva são terra fértil à germinação de doença (desorganização celular). Portanto, a verdadeira medicina não deve limitar-se ao tridimensional, ao físico denso, visível, palpável, das análises frias dos resultados laboratoriais e prescrever rapidamente os procedimentos. Saber reconhecer o Ser de Essência Cósmica que é o Homem e o potencial que abriga dentro de si é fato relevante.

        Com atos conscientes e, apoiados no conhecimento e sabedoria dos profissionais da saúde, bem como, na confiança (fé) e na força da prece, considerando-os fortes aliados para a cura, os enfermos podemos executar saltos qualitativos em direção aos valores da vida e atingir, primeiramente, o estado saudável da Alma e este, se mostrará através do corpo. Esta visão tem por objetivo criar novas perspectivas nos doentes, bem como, lembrar aos profissionais da saúde que os pacientes, estimulados pela fé, podem modificar a sua visão com relação à doença, melhorando a imunidade do organismo.

        Não bastam bons médicos, plano de saúde e hospitais de primeira. A valorização dos sentimentos, da Fé e do otimismo é fundamental para o bem-estar espiritual e faz a diferença na recuperação do paciente por promover serenidade e confiança.

        Atuando conjuntamente, a Fé e a Medicina possibilitam ao corpo enfermo, despertar forças adormecidas e acelerar a cura. Dentro desta linha, são muitos os casos sobre a paralisação do processo evolutivo de doenças como o câncer e a depressão. No entanto, considerável parte de responsabilidade relacionada ao processo de cura é atribuída ao próprio doente.

 

Quando observamos no corpo físico a desarmonia orgânica que se apresenta em forma de doença, 

há muito tempo o desequilibro de energia vem ocorrendo 

no DNA das células invisíveis do corpo espiritual.

 

        Estudos sugerem que a enfermidade não deve ser encarada como algo ruim, mas sim, como um fenômeno retificador de uma desarmonia que envolve o físico e o mental. Este é o motivo, pelo qual, maior entendimento sobre o mecanismo da vida é fundamental. Detendo certos conhecimentos é possível observar, interpretar e compreender a mensagem da doença segundo a sua forma, intensidade, local do corpo que apresenta aspecto específico e outras características. Os mestres da Medicina, no passado, utilizavam técnicas que possibilitavam entender melhor os motivos responsáveis pela desarmonia que se mostrava em forma de enfermidade, assim, tratavam o paciente de dentro para fora. Da Alma eterna, para o corpo mortal.

        Com relação ao enfermo, adotavam técnicas e esclarecimentos fazendo com que o próprio doente estabelecesse uma ligação entre corpo e mente, saúde e doença. O propósito era levar o enfermo a analisar a sua vida, objetivando descobrir e entender os fatores emocionais capazes de desencadear e manter as enfermidades. Dessa forma, o enfermo iniciava, ele próprio o tratamento de dentro para fora. Da Alma para o corpo.

        Não somos contra o progresso científico e muito menos, contra os avanços tecnológicos. Pelo contrário, temos convicção de que sempre foram e serão eles os primeiros a constatar a Infinita Força Divina que reside dentro e fora do corpo humano. A Ciência é um caminho para desvendar mistérios e implantar verdades, mas não é a única forma, tendo em vista os limites dos seus instrumentos. Assim sendo, não devemos permitir que a aparente perfeição da modernidade, se sobreponha às potências imensuráveis que dormitam no íntimo de cada indivíduo.

        Com relação aos danos perispirituais, todo e qualquer pensamento, sentimento, emoção, palavra e ato, gera energia específica nas matrizes psíquicas do DNA das células energéticas do Perispírito. Ao montar o corpo físico, na gestação da próxima reencarnação, o Espírito executa a modelagem fetal com o material de que dispõe - (cada um conforme a sua obra). Assim, por ocasião da formação fetal, ao formar o novo corpo físico, ocorre o fenômeno retificador também conhecido como drenagem. À medida que o feto se desenvolve, são transferidos os caracteres das doenças já instaladas ou propícias ao surgimento, bem como as deficiências físicas, a natureza da enfermidade, o tempo para o surgimento da mesma, a duração e a gravidade da enfermidade. Dessa forma é no nascimento que o Espírito imprime as características das tendências como, vícios, deficiência física ou mental, câncer, mongolismo... O processo se repete em uma ou mais reencarnação, até a completa normalidade da matriz energética do DNA. No DNA está implantado o nosso relógio biológico e o mapa de todas as doenças genéticas - nossas heranças.                                             

..