A Paz que Trago em Meu Peito!

A Paz que Trago em Meu Peito!

 

A paz que trago hoje, em meu peito, difere da paz que eu sonhei um dia...

 

  • Quando se é jovem ou imaturo, imagina-se que ter paz é poder fazer o que se quer, ou então, se afastar, ficar em silêncio e jamais enfrentar uma contradição ou uma decepção. Todavia, o tempo mostra que a paz é resultado do entendimento das lições importantes que a vida nos oferece no dia-a-dia. A paz está no dinamismo da vida, no trabalho, na esperança, na confiança, na fé... 

 

  • Ter paz é ter a consciência tranquila e certeza de que se fez o melhor ou, pelo menos, tentou fazer. 
  • Ter paz é serenidade nos momentos mais difíceis; ter ouvidos que ouvem, olhos que veem, boca que diz palavras que constroem e um coração que ama...
  • Ter paz é não querer que os outros se modifiquem para nos agradar, e sim, respeitar as opiniões contrárias, esquecer as ofensas, aprender com os próprios erros e dizer não, quando é não que se quer dizer... 
  • Ter paz é ter coragem de chorar ou sorrir quando se tem vontade... É ter forças para voltar, pedir perdão, refazer o caminho e agradecer. 
  • Ter paz é admitir a própria imperfeição e reconhecer os medos, as fraquezas, as carências – ignorância, imperfeição...
 
  • A paz que hoje trago em meu peito é a tranquilidade de aceitar os outros como são e sentir disposição para mudar as próprias imperfeições; reconhecer que não sei tudo e querer aprender até com os insetos... É a vontade de não ser prisioneiro do que tenho e querer dividir com os que menos têm. É melhorar o que está ao meu alcance, aceitar o que não pode ser mudado e ter lucidez para distinguir uma coisa da outra.

 

  • Ter paz é admitir que nem sempre tenho razão e, mesmo que tenha, não brigar por ela. A paz que hoje trago em meu peito é a confiança naquele que Criou e Governa os Mundos e os Seres. A certeza da vida futura e a convicção de que, receberei das leis soberanas da vida, o que lhe tiver oferecido. (Momento Espírita)

 

 

 

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