Darwin e a Polêmica EVOLUÇÃO!

Darwin e a Polêmica EVOLUÇÃO!

 

Capítulo XVII

 

Se fosse demonstrada a existência de qualquer órgão complexo que não 

pudesse, em absoluto, ter sido formado por modificações numerosas, 

sucessivas e ligeiras, minha teoria cairia por completo. Mas, que 

tipo de sistema biológico poderia não ter sido formado por 

modificações sucessivas e ligeiras? 

(Charles Darwin).

                             

Charles Darwin o herói da racionalidade, há 150 anos ao tirar o Homem do centro da Criação Divina, abriu caminhos para a Ciência moderna com a sua teoria  Evolução da Espécie.

  • O que Darwin descobriu? Darwin descobriu que todos os seres vivos, do mais sábio dos homens ao bacilo unicelular, podem ter sua linhagem ancestral traçada até o começo da vida sobre a terra.
  • Porque isso foi tão explosivo no tempo de Darwin e porque ainda causa tanta polêmica?  Antes de Darwin, a Ciência se retorcia em torno da crença religiosa segundo a qual, todos os seres vivos tinham sido criados por Deus, cabendo aos Homens apenas dar-lhes nomes. Nenhum cientista teve, antes de Darwin, argumentos e coragem intelectual de se opor à idéia religiosa da Criação. As descobertas eram pateticamente adaptadas ao dogma religioso. Darwin quebrou esse paradigma e chocou-se de frente com a hierarquia religiosa protestante e católica. Ele o fez de maneira serena, mas irrefutável, colocando de pé uma doutrina que se assenta sobre cinco pontos:
  •  
  • 1 EVOLUÇÃO O mundo vivo não foi criado e nem se recicla perpetuamente. Os organismos estão em um lento, mas contínuo processo de mutação.
  • 2 - O ANCESTRAL COMUM – Todo  grupo de organismo  descende de um ancestral comum. Os homens e os macacos atuais, por exemplo, divergiram de um mesmo ancestral a cerca de quatro milhões de anos. Todos os seres vivos, em ultima instância, descendem de uma simples e primitiva forma de vida – a chamada “ameba original”.
  • 3 - MULTIPLICAÇÕES  DAS ESPÉCIES – As espécies vivas tendem-se a se diferenciar com a passagem das eras. Darwin desenhou a primeira árvore da vida em que espécies tronco, vão dando origem a outras que saem do veio principal como galho.
  • 4 - GRADUALISMO – As populações se diferenciam gradualmente, de geração em geração, até que a espécie que seguiu  por um galho da árvore da vida, não mais pertença à mesma espécie do tronco e sim de outros galhos.
  • 5 - SELEÇÃO NATURAL  - É a teoria essencial do darwinismo. Ela se baseia no fato de que os seres vivos sofrem mutações genéricas e podem passá-las a seus descendentes. Cada nova geração tem a sua herança genética colocada à prova pelas condições ambientais em que vive. A evolução é oportunista e randômica. O que é isso? 

 

  •  Primeiro - o processo evolutivo seleciona (ou seja, mantém vivo e com mais chance de passar adiante seus gens), os animais e plantas cujas mutações são mais favorecidas pelo ambiente em que são obrigadas a viver.
  • Segundo - as mutações ocorrem ao acaso e não com o objetivo de melhorar as chances de sobrevivência de quem as sofre. Um exemplo simples: os peixes primitivos não podiam tirar o oxigênio diretamente da água. Alguns passaram por mutações que os dotaram dessa capacidade e se adaptaram melhor à vida aquática e hoje dominam mares lagos e rios. (Revista VEJA nº 18 - 9 de maio de 2007).

    A Evolução é uma teoria científica e como tal, ela pode ser desmontada desde que surja uma única prova de que ela não funciona. Darwin disse que se alguém lhe apontasse um único ser vivo que não tivesse um ascendente, a sua teoria poderia ser jogada no lixo.  Quanto à teoria de Darwin...,

  • Pela perspectiva de um biólogo, as provas a favor da evolução são obrigatórias. A teoria da seleção natural de Darwin oferece uma estrutura fundamental para compreender as relações de todos os seres vivos. As previsões da evolução haviam sido comprovadas por mais formas do que Darwin poderia ter imaginado possíveis ao propor sua teoria, 150 anos atrás, em especial no campo do genoma... (Livro - A Linguagem de Deus – do médico, renomado cientista e Diretor do Projeto Genoma – Francis S. Collins)

    No livro "No Mundo Maior" de Francisco C. Xavier, encontramos referências claras e interessantes sobre o surgimento e a evolução da Vida na Terra:

  • ...Desde a ameba na água tépida do mar até o Homem, vimos lutando, aprendendo e selecionando invariavelmente. Para adquirir movimentos e músculos, faculdades e raciocínios, experimentamos a vida e por ela fomos experimentados, milhares de anos (pg.53)... 
  •  ...O princípio espiritual, desde o obscuro momento da Criação, caminha sem detença para frente. Afastou-se do leito oceânico, atingiu a superfície das águas protetoras, moveu-se em direção à lama das margens, debateu-se no charco, chegou a terra firma, experimentou na floresta, copioso material de formas representativas, ergueu-se do solo, contemplou os céus e, depois de longos milênios, durante os quais aprendeu a procriar, alimentar-se, escolher, lembrar, sentir, conquistou a inteligência... Viajou do simples impulso para a irritabilidade, desta para a sensação, da sensação para o instinto e do instinto para a razão.  Nessa penosa romagem, inúmeros milênios decorreram sobre nós. Estamos em todas as épocas, abandonando esferas inferiores, a fim de escalar as superiores.

    A essa altura, você deve estar pensando: Caramba!  Então eu saí do mineral, já fui fina flor no reino vegetal, nadei, me arrastei na lama, saltei de galho em galho no reino animal e agora sou homem racional? 

    Não, não é bem assim!... Estudando atentamente é possível entender que o Princípio Inteligente, ainda desprovido de consciência, razão e de memória espiritual  utilizou-se do mineral, do vegetal e do animal, mas estes, somente forneceram os corpos físicos, os elementos e condições necessárias para ele, princípio inteligente, se individualizar e desenvolver a sua inteligência, a exemplo da mãe que empresta o seu corpo e elementos indispensáveis para o desenvolvimento do futuro Ser, quando então o tronco bifurcou-se a partir do macaco e o ramo humano tornou-se tronco, num processo contínuo de aperfeiçoamento, até tornar-se racional.

    Isso quer dizer que não fomos pedra, nem terra ou lama, nem vegetal ou animal. Nos primórdios da nossa existência, foi necessário utilizar temporariamente, diferentes elementos e corpos do mundo físico, para o agragar elementos e valores necssários ao posterior desempenho dos papeis que nos caberiam no cenário da Criação, no decorrer da nossa existência evolutiva. Citaremos como exemplo, o processo de germinação de um pessegueiro: 

  • Deus criou os elementos que compõem o princípio ativo da planta, para que ela desenvolvesse frutos para alimento dos animais e dos homens. Mas foi necessário que uma semente se originasse da terra (mineral) e desta surgisse o broto, dele a planta e esta, mais completa, desenvolvesse a flor. 
  • Para a flor se transformar no fruto que servirá de alimento, ela deve permanecer na planta o tempo necessário para o início da formação do fruto. São etapas indispensáveis à complementação dos elementos que transformarão a flor em fruto e este, finalmente, desempenhe sua função nutritiva.

    Podemos constatar que ele, o fruto, nunca foi terra nem semente. A primeira semente materializa-se, toma forma, agrega, atrai todos os elementos para a formação do fruto na terra que também lhe serve de abrigo para a germinação. O fruto não foi broto, planta ou flor. O fruto é fruto, a flor é flor, a planta é planta e a semente sempre será conhecida como semente. Mas, para o fruto chegar a ser fruto é necessário que inicie sua formação na terra, dentro de uma semente, passe pelo período de brotação, desenvolva a planta e a flor. Cada etapa vai aperfeiçoando a forma final. O mesmo exemplo se aplica à caminhada do Princípio Inteligente do qual o Homem se originou e que, a partir do mineral, inconscientemente impulsionado pelas forças da Natureza, utilizou-se de corpos do vegetal, do animal irracional para, gradativamente, desenvolver consciência e capacidades inerentes ao homem racional. No início, era somente um Princípio Espiritual ou Inteligente, uma Mônada, como queiram. Lembre-se que Mônada é o princípio da Vida em sua primeira manifestação. O limo criador que cobria o solo da terra e o fundo das águas, a semente de todas as formas de vida, isto é, a primeira fase dos seres vivos. O germe sagrado dos primeiros homens, ramificado partindo do macaco. 

    Como não há transição brusca na natureza, ele, o Princípio Inteligente, percorre todas as fases necessárias para o seu desenvolvimento até atingir a consciência e a razão, o que veio a ocorrer dentro de um processo natural e gradativo quando, a partir do macaco o tronco bifurcou-se, dando entrada em cena de Almas de humanos em sua fase mais rudimentar. O histórico evento teria ocorrido quando, os corpos físicos de espécie de macacos evoluídos ao máximo, tornaram-se aptos a gerar os corpos que abrigariam as primeiras Almas humanas, ou seja: os espíritos em evolução primária teriam encontrado nos referidos corpos, uma estrutura adequada para a reencarnação no planeta terrestre. Seriam Espíritos procedentes de outros planos de vida (outras moradas da casa do Pai). Após o evento, os macacos que geraram os corpos dos Espíritos dos primeiros humanos, extinguiram-se naturalmente.

    Atualmente a Biologia e a Antropologia não têm mais dúvidas de que, a evolução do ser humano ocorreu a partir de uma espécie de animal chamada Australopitecus, cujos fósseis foram encontrados no Sul da África. Esta espécie viveu no Planeta há cerca de 3,5 milhões de anos.  Estudos comparando o DNA de ambos apontam que, em especial os chipanzés se assemelham muito ao Homem.  No início dos anos 80, os cientistas Jon Alquist e Charles Siby descobriram que o código genético dos seres humanos e dos chipanzés tem 98,4% de identidade. Alusivo ao tema, A revista Veja 28 de maio de 2003, informa:

  • O cientista americano Morris Goodman Ph.D. Professor -  sugeriu que os chipanzés fossem incluídos no gênero Homo. Sua equipe fez uma análise comparativa de amostras de DNA humano e de chipanzés mostrando que há 99,4% de semelhança.
  • A revista “Universo e Cosmologia nº 6”: Quando os Australopitecos, ancestral do homem, literalmente, se ergueu, deixando a vida nas árvores para viver nas cavernas, mudou literalmente o ritmo da evolução humana, pois não somente a espécie poderia manusear, aumentando o grau de interação com o meio, mas também passou a enxergar a Vida de outra forma. Assim, ao se erguer sobre os membros inferiores, passando de criatura quadrúpede para bípede, seus horizontes seriam para sempre ampliados, o que propiciou não somente o desenvolvimento físico, mas também do cérebro que aumentava progressivamente, à medida que aumentava a interação com o meio ambiente.

    O processo de gestação configura a importância do corpo físico para a evolução do Espírito nas jornadas terrenas, onde o Princípio Inteligente, Espírito (no caso do Homem), serve-se do corpo da mãe e, dentro de um feto, em estado de inconsciência, ele, o espírito, elabora o seu próprio corpo e desenvolve as suas potencialidades, definindo a cada dia a sua forma através da mecânica da materialização. Sabemos que ele, o Espírito, não é a mãe ou pai que o geraram, não é o feto que se desenvolve e resulta no corpo no decorrer da gestação. É uma inteligência única e independente que, aparentemente inconsciente, forma no decorrer da gravidez o seu próprio corpo, capacitando-o a atender as suas necessidades (do Espírito), para mais uma etapa de Vida.

    No mecanismo da Vida, não podemos esquecer que a Terra é a condensação de fluidos e matéria energética proveniente do Universo de Deus. Portanto, Energia Divina em estado condensado.

  • É ou não importante saber que as sementes da Vida já se encontram dispersas no Universo e que, nesta energia condensada que os homens denominaram Planeta Terra, brotarão vidas e os alimentos energéticos que sustentarão os corpos dos animais e das pessoas?
  • É ou não fascinante ter a consciência de que, ao reter um punhado de terra nas mãos, estamos simplesmente tocando em uma parte concreta de Deus?

    Fazendo uma análise científica, torna-se bem mais fácil compreender por que o maior dos cientistas que a Terra abrigou (Jesus), chamava os homens de deuses (Sois deuses...). Como detinha os conhecimentos das potências energéticas que são os filhos de Deus e acesso ao arquétipo da Criação, assim falando, alertou que somos gerados pela energia de Deus, comemos, bebemos e respiramos a mesma energia. Portanto, somos, sim, deuses.

    É verdade que levamos dois mil anos para começar a assimilar a magnitude das suas palavras, no entanto, antes tarde do que nunca!  Essa realidade, hoje, nos permite compreender a caminha evolutiva do princípio inteligente a partir do mineral, e passar a entender a forma pela qual, somos parte integrante do Universo energético, bem como do processo das influências e afinidades energéticas em nosso organismo. Diante da complexidade do tema e para melhor compreensão desta contínua metamorfose na Vida, achamos oportuno analisar mais atentamente a trajetória evolutiva da inteligência e o despertar da consciência. Mas, antes de ir ao assunto, é necessário avaliar alguns conceitos. Em seu livro Impulsos Criativos da Evolução, o Dr.Jorge Andréa fala sobre o período que antecede á era arqueozóica:

  • O mineral possui tanto a vida quanto o vegetal e o animal. O Princípio Inteligente Unificador, essência que comanda as formas e o metabolismo da flora e da fauna, existe também no reino mineral, organizando as forças de atração e repulsão, em que átomos e moléculas se unificam e equilibram. Na mesma obra, cap. II, na 9ª parte, Dr. Jorge Andréa explica: Como fase inicial, o princípio inteligente estaria, como sempre, em sua específica e superior dimensão, a influenciar as organizações atômico-moleculares do reino mineral. Seria como um eixo energético, intrometido no âmago dos átomos e moléculas, convidando-os à união.

    Do simples fenômeno químico até as manifestações humanas, existe um Princípio Inteligente em pleno desenvolvimento, organizando e comandando a evolução... Nesse processo evolutivo, estão incluídas as plantas que, como os animais, também nascem, crescem, nutrem-se, respiram, reproduzem, morrem e, para viver, também necessitam de luz, de calor e de água e, ao morrer, a estrutura biológica composta basicamente de oxigênio, hidrogênio, azoto e carbono que estavam combinados para formar a estrutura física, se desintegram e novamente se unem em novas combinações formando novos corpos minerais, vegetais e animais. Cada Mônada espiritual que habitava o corpo retorna em outro corpo, numa contínua transformação cuja meta é sempre a evolução. (Fonte - Gênese Orgânica - Allan Kardec).

    O Homem pertence à ordem dos humanos, na classe dos mamíferos. Antes dele, vêm os quadrúmanos ou macacos, dos quais alguns, como o orangotango e o chimpanzé, têm certas atitudes humanas e, há muito tempo, foram denominados homens da floresta. A ideia sobre a Natureza manifestou-se lentamente na raça humana, quando sua consciência lhe proporcionou observar e questionar o ambiente ao seu redor. No momento em que, o olhar do Homem visualizou além do horizonte o infinito, a Lua, as estrelas e o misterioso Cosmos, despertava então uma nova etapa na evolução no Planeta Azul

Hercílio Maes, em seu livro"Sobrevivência do Espírito", relata:

  • Assim, como fora necessários muitos milênios para que a rígida barbatana do peixe atingisse a maravilhosa expressão das mãos humanas, também foi preciso longo tempo para que os primeiros gritos articulados do primata das cavernas, fossem desenvolvidos e transformados no admirável órgão da palavra, que atualmente se flexiona sob musicalidade e justeza,...

O cap. XI, pg. 184 do livro A Gênese de Allan Kardec, informa:

  • Da semelhança de formas exteriores que existem entre o corpo do Homem e o do macaco, certos fisiologistas concluíram que o primeiro não era senão uma transformação do segundo...Sendo essa vestimenta mais apropriada às suas necessidades e mais adequada ao exercício de suas faculdades, do que o corpo de qualquer outro animal. (Corpos de macacos, serviram aos primeiros Espíritos humanos, por serem eles, (corpo), mais apropriados para os primeiros passos da fase humana)... Em lugar de que uma vestimenta especial fosse feita para o Espírito, nele (corpo do macaco), encontrou uma inteiramente pronta. Deve, pois, ter-se vestido com a pele do macaco, sem deixar de ser Espírito humano, como o homem se reveste, às vezes, com pele de certos animais, sem deixar de ser homem.

    Com respaldo na própria evolução do Homem, a Ciência deixa algumas suposições e passa para as constatações. Sabe-se, hoje, que algumas espécies de animais como é o caso dos peixes, apresentam fendas laterais entre a cabeça e o resto do corpo, denominadas brânquias. Elas se movimentam na medida em que o peixe respira, fazendo com que a água seja empurrada com força e ao passar por elas, retira, assim, o oxigênio necessário para a sua sobrevivência. Não só os mamíferos, bem como os seres humanos, possuem tais órgãos respiratórios na primeira fase embrionária.

   Estruturas da fase definitiva de algumas espécies de animais, como o saco vitelino, lissencefalia cerebral além de outras, são temporárias e ao finalizar o desenvolvimento do feto, tendem a desaparecer. O Divertículo de Meckel, por exemplo, às vezes, causa problema por incompleto atrofiamento e deve ser cirurgicamente retirado do intestino. São fragmentos da gema de ovo que tínhamos no intestino, quando embriões.  Ao nascerem, essas estruturas não mais existirão. Em casos eventuais, se conservam de maneira anormal, causando até alguns problemas.

    Outra estrutura interessante na Evolução da Espécie é um pequeno músculo existente na planta do pé dos macacos e que, quando se contrai, torna possível ao pé agarrar-se em galhos etc. O ser humano, até o 5º mês de vida fetal, apresenta esse músculo no pé e depois, naturalmente o desenvolvimento é interrompido e o músculo atrofia. Na visão do pesquisador Allan Kardec...

  • O corpo do Homem vem se embelezando e aperfeiçoando ao longo do tempo e isso poderia ser explicado pela ação da atividade intelectual do Espírito sobre o Perispírito e este sobre o corpo, que progrediu e progredirá incessantemente através das reencarnações sucessivas, até que o Espírito, ao atingir a condição de Espírito puro, não mais necessite dele (corpo). Assim, a natureza continua a produzir macaco, mas com a entrada em cena do Espírito, o tronco bifurcou-se a partir do macaco e o ramo humano tornou-se tronco, evoluindo autonomamente, progredindo em inteligência e moralidade.

    Quanto à amálgama de raças, segundo a obra “Transição Planetária de A a Z- de Sidnei Carvalho, pg. 44:

  • Os Espíritos vão, paulatinamente, deixando de reencarnar em uma determinada raça como já aconteceu com a pré-adâmica, adâmica, lemuriana, atlante e ariana, para animar novas correntes reencarnatórias existentes na Terra. Na verdade, os nomes e cores raciais não importam, são meras ilusões temporais, o que impõe essas mudanças é o Karma coletivo e o nível evolutivo alcançado em determinado padrão étnico, que abriga as comunidades do Espaço no vaso da materia densa. Ocorre naturalmente um enfraquecimento dos caracteres morfológicos que caracterizam uma raça pela diminuição da quantidade de espíritos direcionados a ela, quando deixa de ser utilizada pelos ditames superiores dos engenheiros karmicos. Contudo, esses enfeixamentos conservam remanescentes raciais até se extinguirem, como os silvícolas na atualidade.
  • Está previsto um amálgama no futuro, em que não haverá preponderância racial na Terra e sim a mistura de todas as raças. Por enquanto, a humanidade evolui compartimentada em raças, obedecendo as leis e aos ciclos cósmicos que determinam as reencarnações em massa...

 

Durante séculos parecia inútil, no Ocidente, pensar na Origem, uma vez que a questão estava resolvida no texto do Gênese. Foi sem dúvida, dado um grande passo com as teorias que nos permitem hoje, conceber a passagem do nada à matéria, do inerte à Vida, dos primatas ao Homem, do não verbal ao verbal. Houve sempre resistências em nós próprios, bem como, reservas morais e religiosas, intelectuais e até científicas a propósito da origem. 

(Escritor francês – Pierre Laurent Brenot – livro - As Origens).